DAMA DA NOITE
sábado, 19 de abril de 2014
quarta-feira, 24 de abril de 2013
CURIOSIDADES
Em situação extremas de falta de água na floresta, podemos beber água de um tipo de cipó muito comum nas florestas da Amazônia. Conhecido popularmente apenas com cipó d'água, sua casca é de cor branqueada, com leves nós entre 40 a 60 cm de distancia, corpo cilindrado. Após o corte, apresenta uma leve marca avermelhada em forma de cruz ao centro e somente jorrará água quando cordado em toras separadas do sua árvore, após declina-lo no sentido vertical.
Mas atenção, na dúvida não faça utilização desse recurso, pois alguns tipos de cipó podem conter substancias venenosas prejudicial a sua saúde,
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
BELAS PAISAGENS DO ACRE BR 364
Paisagens às margem da BR 364, entre os Municípios de
Feijó, Tarauacá e Cruzeiro do Sul,
Belas paisagens Feijó e Tarauacá
Contemplando as belas paisagens, às margens da estrada dos nossos sonhos,
de um povo lutador que tanto sofreu pelo isolamento e que
hoje sorri e faz planos para o futuro.
domingo, 13 de março de 2011
DESENHOS SOBRE SERINGUEIROS DO NORDESTE AO ACRE
Alistamento dos Nordestinos como Soldados da Borracha 1939
A trajetória de viagem dos seringueiros nordestinos, não foi nada fácil, ela foi marcada por grande sofrimento durante todo trajeto, do nordeste até o Estado do Acre, onde enfrentaram diversas privações. Ao chegar ao Acre foram explorados no peso e preço da borracha produzida. Na década de 1970 e 1980 ocorreu uma grande devastação dos seringais, com a derrubada de seringueiras, castanheiras e a floresta como um todo, para dar lugar ao gado e os fazendeiros. A partir daí iniciou também, um processo de organização popular dos seringueiros, marcado pelo confronto entre fazendeiros e seringueiros, que se organizavam por meio de sindicatos.
Trajetória de viagem rumo ao Acre
Rotina de trabalho do seringueiro na extração do látex
A espera da caça para o sobrevivência na floresta
Isolamentos, doenças e baixa estima
Miséria, doença para o seringueiro e riqueza paro o patrão
Trabalho Escravo
Cristo Seringueiro
Exploração no peso e no preço da borracha

Armazem de mantimentos
Terra sem lei, marcada por assassinatos e impunidades
Abuso e exploração sexual de mulheres dos seringueiros assassinados
Impunidade
Devastação da floresta aumenta o êxodo rural com a expulsão
dos seringueiros e colonos de suas terras, para dar lugar aos bois
+ ou - 1970 a 1990
Os seringueiros se organizam em sindicatos
Festa no seringal, uma tradição que ocorria após os adjuntos
sexta-feira, 4 de março de 2011
MULHER SERINGUEIRA
Pintura óleo sobre tela, medindo 50 X 65 cm
Retrata a vida cotidiana da Mulher no interior dos seringais, entre os afazeres domésticos e a contribuição no trabalho produtivo da borracha. Por sua vez, a mulher teve um papel fundamental na construção da história do Acre, embora essa contribuição tenha sido pouca valorizada.
CULTURA ACREANA
Forró no Seringal
Pintura acrílica sobre tela, tamanho 50 X 60 cm
Retrato dos tempos em que a seringueira foi à grande protagonista da historia do Estado do Acre, na qual faço parte desse legado, relembrando minha infância, no Seringal São Francisco do Iracema, Xapuri-Acre, onde nasci. Minha arte transmite sempre a verdadeira realidade de minhas memórias vividas no seringal, onde a cultura faz parte de uma herança adquirida enquanto criança e adolescente. Essa tela me faz relembrar o salão de festa na casa de meu padrinho Manoel Barros, um senhor muito amigo e muito trabalhador, que gostava de fazer adjuntos (encontro de pessoas que se reúnem para ajudar uns aos outros) e ao final tinha sempre o motivo para uma festa. Ele morava à 2 Km da sede do referido Seringal, sua casa vivia sempre cheia de amigos e visinho. Através dessa tela faço com pesar minhas homenagens a Manoel Barros, um ilustre soldado da borracha já falecido, como tantos outros que lutaram pelo desenvolvimento do Estado do Acre.
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